Cerezo volta atrás e arruma o setor de criação do time


Geovanni entrou pra não mais sair

Às vezes ficamos sem entender porque profissionais de futebol, pessoas gabaritadas e com uma vivência “umbilical” com o esporte que é a paixão nacional, têm visões equivocadas na armação de seu time e que no final complicam suas vidas profissionais dentro do panorama futebolístico brasileiro.
Pois bem. Antonio Carlos Cerezo, o nosso Toninho Cerezo da
Copa de 82 na Espanha – pra nós o melhor time de seleção brasileira apesar de não ter conquistado nada –, e técnico futebol que pouco atuou no Brasil e que recebeu uma importante chance do Vitória no início da carreira de técnico, para depois ir para o Japão onde ficou durante anos. Hoje dirigindo novamente o Esporte Clube Vitória insistiu, demasiadamente, na escalação do Lúcio Flávio e do menino Artur Maia quando ‘até cego via’ que a deficiência do Vitória estava exatamente no setor de criação do time. Mas venhamos e convenhamos, Cerezo deu o braço a torcer e em tempo reviu o seu posicionamento e escalou outra dupla de criação para o time com Geovanni e Pedro Ken.
Pronto, taí o resultado.
Não ganhamos nada demais, mas é indiscutível que o comportamento do time dentro de campo hoje foi outro, independentemente de ter ganhado do Camaçari de 4X1, ou de quem quer que seja. Foram dois gols de Neto Baiano que é o artilheiro do campeonato com 16 gols. Gabriel e Mineiro marcaram os outros dois.

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