A farsa para tentar equilibrar o Baianão 2011


Antonio Lopes foi absolvido
Veja como a Federação de Futebol de nosso estado agiu para forçar as aparências de um campeonato bem disputado e equilibrado. No andar da carruagem, ou como as coisas vinham no certame estadual, antes do último BaVi, bastava um vitória simples do nosso Vitória que as coisas se definiriam, mesmo antes de findar a primeira fase, a fase de classificação.
Então vislumbrando um campeonato morno das quartas de final em diante, com Vitória e os times do interior (que estão de parabéns), o órgão maior do futebol baiano escalou o senhor Jailson Freitas te dando a recomendação de que o “Jaía” tinha que ganhar àquela partida para o “bem do futebol baiano”. (Observe: tiremos os três pontos e muito mais ainda, a motivação que àquela partida deu ao outro lá, para ver se eles estariam nas quartas de final agora).   
O que eles não contavam era com o jogo sonolento do Vitória. O Vitória entrou mal naquela partida. Mas ao ilustre árbitro isso não interessava, ele tinha que cumprir com o roteiro planejado.
No final deu tudo que todos já sabem.
Ontem, para fechar a farsa tivemos a realização do julgamento onde foram julgados cinco jogadores do Vitória (Neto Baiano, Uelinton, Viáfara, Nino Paraíba e Bida), o técnico Antonio Lopes, o supervisor Mário Silva, o diretor de futebol Beto Silveira, o diretor financeiro José Perdiz e o presidente Alexi Portela.
No “frigir dos ovos” não deu em nada como era de se esperar. Aliás, pelo contrário resolveram um problemão para Antonio Lopes sacando do ataque em dois jogos o Neto Baiano, e dando uma boa oportunidade ao jovem goleiro Douglas de mostrar serviço debaixo dos três paus com a suspensão de Viáfara, que ficará três partidas de fora.

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